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Álbum da Copa do Mundo 2018

Rodrigo Majolini

É sensação entre crianças e adultos

Com 682 espaços em brancos a se preencher, o álbum da Copa do Mundo 2018 foi lançado e tem muita gente disposto a completá-lo antes de junho. Crianças, jovens e adultos entraram nessa corrida contra o tempo à caça de suas figurinhas faltantes que, devido a grande popularização do álbum, não são difíceis de encontrar. Colecionadores de todas as cidades do país têm se reunido em locais públicos para facilitar suas trocas de repetidas – e até vendê-las para quem se interessar – , e em Itatiba não é nada diferente.
Assim como em outras edições do álbum, os itatibenses têm se reunido aos domingos de manhã na praça próximo ao fórum da cidade. Ali é o lugar exato para se desfazer das repetidas e garantir mais um bom número de espaços preenchidos. Exemplo disso é João Pedro Lopes, de 11 anos, que coleciona o álbum desde a edição de 2014 no Brasil, e marca presença com sua família para trocar suas figurinhas. “Pretendo completar o álbum trocando minhas repetidas, porque acho muito difícil só comprando os pacotinhos”, diz o menino acompanhado da tia Julia Pereira, que o leva nos dias de troca. Até o final dessa matéria, Julia contou que restavam apenas 70 figurinhas para que ele completasse o álbum. Ela, que também coleciona, revelou que pretende ajudar o sobrinho a concluir e depois querem comprar a edição de capa dura para também colecionar.
E quem disse que álbum de figurinha é coisa de menino? É coisa de menina também! A jovem Beatriz Denoni, de 20 anos, já garantiu seu exemplar e está se dedicando ao máximo para conseguir as figurinhas. Beatriz, que já colecionou outros álbuns antes, disse que prefere o da Copa porque todo mundo participa e acaba ficando bem mais fácil de completar. “Ainda falta em torno de 60% do álbum para eu completar, mas trocando com os amigos, que também estão colecionando, logo eu termino”, diz a jovem. Já a estudante Iohanna Cavalcanti, também de 20 anos, que completou mais da metade do álbum em apenas uma semana – conseguiu reunir 512 figurinhas em sete dias – afirma que pretende comprar algumas avulsas, vendidas por R$ 0,40 por alguns colecionadores. “Sempre gostei de colecionar álbuns de futebol de diferentes campeonatos. Coleciono desde os oito anos. Tenho completo todos desde a Copa de 2006, na Alemanha”, conta a jovem que, sem dúvida, quer ver a edição de 2018 concluída dentro de alguns dias.
Se tem espaço para crianças e jovens colecionarem os álbuns, nada mais justo do que os adultos também fazerem parte dessa paixão. Rodrigo Majolini, de 36 anos, que coleciona álbuns de campeonatos desde criança – e da Copa desde 2006 – é um deles. Questionado sobre o álbum, ele afirma que conhece pessoas até mais velhas do que ele que estão tão interessados em completar a coleção quanto as crianças. “Isso não tem idade. É para quem gosta mesmo de futebol”, diz. Rodrigo, que também vai à praça para trocar figurinhas, conta que vê outros adultos e isso é natural. “Às vezes pensamos que eles estão lá por causa dos filhos, mas, na verdade, quem está colecionando são eles”. O colecionador, que em sete dias conseguiu completar 382 espaços, diz que compra os pacotes duas vezes por semana e que pretende completar o álbum apenas trocando com outros colecionadores. “Há a possibilidade de comprar, mas eu não gosto disso. O legal é fazer a troca.”
Já deu para ver que colecionar álbum de figurinhas não tem idade nem gênero, basta querer e se enturmar com outros colecionadores para completar o mais rápido possível. Da edição de 2014 até a atual, o número de figurinhas para preencher aumentou de 640 para 682, mas isso não impediu ninguém de correr às bancas para garantir o álbum e torcer, até mais do que os jogos, para vê-lo completo com todos os jogadores. Para quem ainda não comprou, ainda dá tempo de se divertir.

 

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