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Atraso no desenvolvimento da fala, quando procurar um fonoaudiólogo?

Rafaela Rossi Barbieri
Fonoaudióloga
CRF 02-17837

Após o nascimento, o bebê e a família procuram se comunicar de diversas formas: olhar, toque, gestos, choro, riso, dentre outros. Porém é chegado momento em que a criança precisa expressar melhor suas necessidades e emoções, e então precisa ser inserida na comunicação verbal, ou seja, a fala que é predominantemente usada em seu meio. Entre o primeiro e o segundo ano de vida espera-se que a criança comece a se comunicar por palavras isoladas, e que após os dois anos tente juntar palavras na intenção de formar frases. Após os dois anos e seis meses a criança já começa a desenvolver os fonemas relacionados à nossa língua, e com cinco anos de idade, espera-se que a criança já tenha adquirido todos os sons da fala.

Porém, algumas crianças não desenvolvem a linguagem oral dessa forma.  As causas relacionadas ao atraso de fala podem ser diversas, mas comumente são:

• Distúrbios neurológicos.

• Distúrbios auditivos.

• Alterações orais (ex: encurtamento de frênulo lingual)

• Alterações relacionadas ao meio ambiental/social que a criança está inserida.

A maioria dos casos estão relacionados a maneira que a criança está sendo estimulada a falar. Muitas vezes ao tentar ajudar, podemos impedir de que a criança se desenvolva espontaneamente, por exemplo, a facilidade de entender os gestos da criança ao pedir algo, faz com que muitas vezes aceitemos prontamente essa comunicação exclusiva da criança e a mesma não entenda a importância em falar as palavras, aprende-las, já que está sendo compreendida pelos gestos. Porém sabemos que chegará um momento em que estes gestos não serão mais suficientes para expressar seus sentimentos, e então a criança fica incompreendida e começa a apresentar dificuldade, principalmente de comportamento.

Os sinais de alerta entre                 1 e 2 anos são:

• Crianças que não reagem aos sons ou que não balbuciam ou produzem sons com a voz.

• Dificuldade de compreender frases ou solicitações verbais.

• Não tentar imitar sons ou palavras.

• Preferir gestos do que a voz para se comunicar.

Os sinais de alerta a partir de          2 anos são:

• Não produzir palavras ou frases espontaneamente.

• Repetir palavras sem sentido para a comunicação.

• Tom de voz anormal ou anasalado.

• Dificuldade de compreender o que a criança diz na maior parte das vezes em que fala.

Ao se evidenciar estes sinais, o ideal é procurar um fonoaudiólogo para que seja feita uma avaliação, e se necessário, encaminhamento multidisciplinar.  Este profissional saberá dar às orientações necessárias a família adequando a conduta com a criança.

Para saber mais:

Rafaela Rossi Barbieri
Fonoaudióloga – CRFª 02-17837
Raquel Rossi Odontologia Digital
Ed. Inside Corporate
R. Crescêncio da Silveira Pupo, 75 Sala 73 – 7º andar – Vila Cassaro
Cep: 13.256-330 – Itatiba-SP
e-mail: rafaelarfono@gmail.com
Tels.: (11) 99913-2276 / 4538-0007
www.raquelrossi.com.br
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