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Carlos Casagrande

Talentoso e carismático, ator acumula sucessos até mesmo em território internacional

Nascido e criado em Itararé, cidade do interior de São Paulo, Carlos Casagrande formou-se como contador e chegou a cursar administração, mas deixou a profissão de lado em 1989 para seguir a carreira de modelo.
Famoso por campanhas publicitárias estreladas na França, Itália, Suíça, Alemanha, Espanha, Turquia, Estados Unidos e, claro, o Brasil, Casagrande ganhou diversos prêmios, inclusive como melhor modelo brasileiro.
Começou sua trajetória na televisão em 1998, quando interpretou Juan em “Malhação”, programação produzida pela Rede Globo de Televisão. Ainda por esta mesma emissora, Carlos participou de inúmeras novelas e seriados como “Chiquinha Gonzaga”, “Sete Pecados”, “Viver a Vida”, “Fina Estampa” e muitos outros.
Foi um dos primeiros artistas brasileiros a interpretar um homossexual na televisão, quando representou Rodrigo em “Paraíso Tropical”.
Com seu talento, foi conquistando cada vez mais fãs e admiradores de seu trabalho, por isso, foi convidado para protagonizar outros trabalho na Rede Record e SBT.
Aos 45 anos, Casagrande esbanja beleza e pode ser visto em “Louco por Elas”, também da Rede Globo, onde interpreta Roberto.
A Q! Revista conversou com o ator sobre seus planos e projetos futuros. A entrevista você acompanha agora:

Carlos, você é contador de formação e chegou a cursar administração. Seguindo por um caminho tão diferente, quando surgiu o interesse em se envolver com os trabalhos do meio artístico?
Percebi que não me identificava realmente com a profissão de contador, iniciei então por acaso minha carreira de modelo em Campinas enquanto passava férias na casa de um tio. Vimos pelo jornal um teste para um desfile no Shopping da cidade e como tinha acabado de deixar a faculdade, resolvi participar. Acabei sendo escolhido e esse foi meu primeiro trabalho profissional como modelo. Nunca foi meu sonho ser modelo, nem ator, foi o destino que me escolheu e me guiou, eu só tive o trabalho de direcionar a carreira e estudar.

Você já participou e ainda participa de diversas campanhas publicitárias. Neste período, já ganhou prêmios como o melhor modelo do país. Conte um pouco sobre esta fase da sua vida.
Recebi alguns prêmios, mas isso não mudou em nada minha trajetória, foi apenas um reconhecimento que fico feliz em ter alcançado.
E a vontade de ser ator? Como surgiram as oportunidades e por que trabalhar com teatro, TV e cinema?
Foi como disse, por acaso. Estava no RJ fazendo testes para comerciais de TV, ainda como modelo, quando fui chamado para participar da Oficina de atores da Globo. Passei no teste e depois de 6 meses de curso intensivo, fui chamado para fazer “Malhação” e aí não parei mais.

Você foi um dos primeiros atores a interpretar uma personagem gay na televisão brasileira. Como foi esta experiência?
Não foi difícil e não enfrentei preconceitos, sou ator, apenas interpreto papeis que os autores designam pra mim. Inclusive em “Louco por Elas” vivo um gay mais caricato, diferente do Rodrigo da novela “Paraíso Tropical”.

Seu último trabalho nas telinhas foi em “Fina Estampa”, novela produzida pela Rede Globo de Televisão. Depois disso, você sempre esteve engajado em muitos projetos e trabalhos nacionais e internacionais. Para 2013, quais são seus projetos e novos trabalhos?
Em 2013 decidi investir mais no cinema. Fiz uma participação no filme “A Palavra”, filmado em Recife, do diretor Guilherme de Almeida Prado. Fui convidado para o longa “Dona Beja”, da diretora Debora Torres, que será rodado em Outubro e vou protagonizar o filme “O Inimigo, quem disse que o Diabo é feio?”, além de outros em negociação. Pretendo voltar às novelas em 2014, a não ser que antecipem com algum convite.

Mesmo com tanta bagagem e, há mais de dez anos no meio artístico, você ainda possui um sonho ou um objetivo que deseja alcançar?
Estou muito feliz com o que conquistei até hoje, mas sonhos sempre temos que ter, meu sonho é ter sucesso na carreira, com saúde e feliz com a família que formei, que é meu porto seguro.

E quando o assunto é fã. Como você busca lidar com as mídias e o assédio do público que admira seu trabalho?
Administro bem o assédio, gosto muito do carinho das pessoas. E as mídias são essenciais para que nosso trabalho seja divulgado.

O que de mais especial você traz de seus trabalhos? Algum foi mais importante?
Acho que a conquista de novos amigos sempre é especial.
Todos os meus trabalhos têm sua importância natural no momento em que é executado, mas tenho a tendência de acreditar que o mais importante trabalho será o próximo.

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