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Duas histórias e uma só vontade: vencer!

Atletas itatibenses contam suas trajetórias mostram o que é ter foco, força e superação

Em uma edição especial sobre saúde, não poderiam faltar histórias ligadas ao treino, ao condicionamento físico e hábitos esportivos.
Por isso, convidamos os corredores Najara Louzada e Marco Antônio Wolf (Quito) para um bate-papo de tirar o fôlego. Acompanhe:

Aos 31 anos, Najara Louzada é o verdadeiro exemplo do que conhecemos como o “dom para a coisa”. Isso porque, desde criança, e sem incentivos diretos, Najara já se identificava com as modalidades esportivas. “Quando pequena, na escola, lembro que na época de Natal o Papai Noel sempre nos visitava e distribuía presentes. Teve um ano que as crianças ganharam boneca, carrinho e, quando chegou na minha vez, veio uma bola de presente, sendo que o Papai Noel nem me conhecia.” lembra a atleta, que hoje faz faculdade de Educação Física.

Najara entrou para a corrida quase que sem querer, durante um bate-papo com alguns colegas da academia. Não demorou muito para que ela fosse para a primeira competição e, acredite, depois de um único treino de 14 km, Najara participou da São Silvestre, corrida tradicional aqui no Brasil, de 15 km e que acontece sempre no dia 31 de Dezembro.

Depois de uma belíssima colocação, a atleta decidiu não parar mais e, em seguida, enfrentou a sua primeira meia maratona, de 21 km, conseguindo mais uma vez se superar no tempo de finalização da prova.

Hoje, Najara coleciona mais de 80 troféus e medalhas, que foram conquistadas, e neste ano, vai participar do seu primeiro Triathlon.

“Esse ano eu quero recordes maiores, buscar mais apoio financeiro para que eu possa continuar com o meu sonho de correr e levar o esporte e o nome do meu país sempre adiante”, diz Najara, que agradece os atuais parceiros Gerson Collete (treinador), André Lanza (nutricionista), a equipe do “ Até minha avó faz”, a Prefeitura de Itatiba e a Q Revista.

Ufa, quanta coisa, não é mesmo? Mas, continue guardando fôlego, pois, além da Najara, outro atleta de respeito e que merece o pódio, é o Marco Antônio Wolf da Fonseca, conhecido como Quito.

Também de forma despretensiosa, Quito teve seu primeiro contato com o esporte aos 17 anos, quando inscreveu-se em uma academia de Itatiba para melhorar o condicionamento físico e perder peso. Um dos exercícios praticados por ele era a corrida na esteira que, com o tempo, ganhando mais importância, já que ele passou a conquistar a margem dos 13 km no aparelho.

“O treinador da academia que eu frequentava disse que eu levava jeito para a modalidade e perguntou se eu topava algo mais específico. Eu aceitei o desafio, fui treinando com ele e corri minha primeira meia maratona (21km), onde pude alcançar um excelente tempo. Coloquei a corrida como foco e treinei até os meus 19 anos”, conta Quito.

Hoje, Quito leva na bagagem mais de 20 maratonas concluídas e a realização de dois sonhos: correr e viajar. “Praticar a corrida como esporte e poder viajar é excelente. Viajar é algo que o esporte me proporciona. E esse é o maior desafio que eu coloco para mim mesmo”, comenta o atleta.

Quito conhece boa parte do Brasil e, também, diversos países como a Espanha, Portugal, Holanda e Itália.
Em 2018, o atleta já tem 4 objetivos bem traçados e que, claro, envolvem mais superação e viagens. “Em Abril eu devo correr 21km no Rio de Janeiro, em Junho farei a meia maratona de Porto Alegre, depois sigo para correr e maratona de Curitiba e, por último, vou buscar o título da minha categoria na maratona de Valência, na Espanha”.

Gostou de conhecer um pedacinho da história desses dois exemplos de foco força e superação da nossa cidade?
Que tal acompanha-los nas redes sociais.

Para saber mais:

Najara Louzada
Facebook: najara.louzada
Instagram: @najara_louzada

Marco Antônio Wolf
Facebook: quito.wolf
Instagram: @quitowolf

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