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JAIR OLIVEIRA

Compositor, produtor, músico e ator, Jair comemora 30 anos de carreira com muito mais para recordar além da época do Balão Mágico

Por MAIARA LIMA

 

Filho de Jair Rodrigues e sempre lembrado como Jairzinho por sua participação na Turma do Balão Mágico, Jair Oliveira mostra que há muito mais para se lembrar na sua trajetória. Comemorando 30 anos de carreira esse ano, hoje Jair é reconhecido como um dos principais produtores e compositores de sua geração.
Depois de integrar o grupo Balão Mágico e apresentar o programa exibido pela Rede Globo até 1987, Jair participou ainda de alguns projetos infanto-juvenis e gravou um disco com a antiga parceira Simony. Mas foi depois de ter ido para os Estados Unidos estudar na faculdade Berklee College of Music de Boston e se formar no curso duplo de Produção Musical e Music Business que Jair começou a desenvolver outro lado que também iria lhe trazer o reconhecimento, o de produtor.
Em 1998 se juntou ao amigo Wilson Simoninha e mais dois sócios e montou, em São Paulo, a S de Samba, produtora que se tornou um importante nome no mercado publicitário. Ao mesmo tempo lançou o projeto Artistas Reunidos, com Pedro Mariano, Simoninha, Luciana Mello, Max de Castro e Daniel Carlomagno. Como resultado, os artistas se apresentaram durante dois anos em casas noturnas de São Paulo e o projeto rendeu apresentações em festivais internacionais de música e um disco, lançado pela gravadora Trama.
Em sua carreira solo, Jair Oliveira marcou sua estreia em 1999, ainda como Jairzinho, em Dis’ritmia e na sequência se registrou artisticamente como Jair Oliveira lançando em 2002 o CD Outro. Seu terceiro trabalho solo contou com parcerias de Tom Zé, Otto, Arnaldo Antunes e Dom Betto, e foi dividido em duas partes, os CDs 3.1 e 3.2, este último lançado para ser baixado gratuitamente pela Internet.
Em 2005, criou o próprio selo da S de Samba e no ano seguinte lançou o álbum Simples, que tem entre suas faixas as músicas “Tiro Onda”- tema do personagem Foguinho da novela Cobras e Lagartos da Rede Globo – e “Eu Também Tive um Sonho” – tema do filme Os Desafinados de Walter Lima Jr, do qual Jair também participou como ator, interpretando o baixista Geraldo.
Em 2009, depois de dois anos do nascimento da sua primeira filha Isabela, o músico fez uma parceria com a esposa Tânia Khalill e lançou o projeto “Grandes Pequeninos” que foi indicado naquele ano ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Infantil.
Em 2010, Jair apresentou seu projeto mais recente, Sambazz – um livro/CD homônimo, lançado em parceria com a editora portuguesa Leya, que reúne canções mesclando as diferentes vertentes do samba e do jazz e traz um livro descrevendo todo o processo de criação do disco.
Tendo trabalhado e produzido diversos trabalhos para grandes nomes da música brasileira como Ed Motta, Ney Matogrosso, Tom Zé, MPB-4, Jair Rodrigues, Vicente Barreto, Pedro Mariano, Patrícia Coelho, Vanessa Jackson, Sônia Rosa, Uri Caine, entre outros, Jair terminou 2011 com os títulos de compositor, arranjador, intérprete, músico e ator e lança no segundo semestre deste ano um DVD – Documentário falando de seus 30 anos de carreira e de suas experiências.

Q! -Como foi crescer em um ambiente frequentado por lendas da MPB? Isso acaba influenciando mesmo se não tivesse começado a carreira aos seis anos de idade?
J- A minha infância foi muito bacana né?! Um pouco diferente da infância de muita gente pelo fato de eu ter começado a trabalhar cedo, mas foi muito legal, eu aproveitei bastante. Foi uma infância muito acompanhada de música, porque eu nasci já num ambiente muito musical por conta até da profissão do meu pai, então acabei entrando em contato com a música muito cedo, de uma forma muito especial, muito próxima. Acabei começando a carreira quando tinha seis anos e desde então nunca mais abandonei a música como profissão, como paixão. Fiz parte da Turma do Balão Mágico que marcou a infância de muita gente, inclusive a minha, porque acabei entrando no terceiro disco, então já era fã do Balão quando eu tive a oportunidade de ingressar no grupo e foi muito legal, foi uma infância muito proveitosa, aprendi muitas coisas não só com meu pai, mas com o Balão Mágico e com outras pessoas com quem tive a chance de trabalhar, e acho que hoje em dia só tenho essa minha relação com a música por conta dessas pessoas, por conta desse trabalho que eu acabei fazendo quando era criança.

Q! – Você comentou em seu blog que 2011 foi um ano muito marcante para você, não só pelo nascimento da sua segunda filha, mas pelas diversas conquistas profissionais, entre elas o projeto exclusivo para a internet que resultou em 10 músicas, como foi essa experiência?
J – Esse projeto não foi o primeiro que eu fiz para a internet, mas foi um projeto muito legal que eu tenho até vontade de dar sequência, talvez não esse ano por conta de outras coisas que tô a fim de realizar, mas esse projeto me mostrou várias coisas. Primeiro que eu já sou de uma geração de músicos que começou a lidar com a internet a partir da década de 90, então eu sou de uma geração que passou pela transição, de várias coisas, inclusive talvez a mais radical do mercado musical desde o começo do mercado fonográfico; eu peguei quando criança a transição do vinil pro cd e depois peguei a transição do cd para os outros formatos e agora a gente tá aí vendo a transição pra várias outras coisas que a gente nem sabe o que é que vai ser. Mas eu tive essa oportunidade de acompanhar essas mudanças na música, que talvez a geração que veio a partir da década de 90 não pegou, e para mim tem o lado da crise, da instabilidade, mas tem o lado que é muito bom também que é você poder participar de várias evoluções do formato na música. Quando comecei minha carreira o formato vigente era o vinil, então tive a chance de poder vê como era feito no mercado pro vinil, aí ali no meio da minha carreira o formato mudou para o cd e tive a chance também de ver essa transição, de como você produz pro cd, como você produz pra internet e muito provavelmente o celular vai ser o futuro da música, as pessoas levarem ou ouvirem as músicas tudo na nuvem (SoundCloud) através dos celulares. Então, para mim, o fato de eu poder fazer um projeto para internet e deixar ele disponível lá é mais uma faceta da minha geração, mais uma marca da minha geração, não só como ouvinte, mas como músico também. E esse projeto acabou me dando uma certa liberdade, porque quando você produz para ser um disco você senta, analisa, tem um conceito pro disco inteiro, você perde três, quatro, cinco meses fazendo aquele disco, e esse projeto, como eu fazia uma música por mês só pra lançar pela internet, acabou me libertando desse conceito, então eu fazia o que eu queria num mês, levava muito menos tempo para fazer e acabava tendo uma liberdade maior conceitualmente. Não que seja melhor ou pior que fazer um disco inteiro, acho que o conceito do meu disco ainda vai demorar para cair, muitas pessoas ainda gostam de ouvir um disco amarrado mesmo que seja pra ouvir duas ou três músicas, mas eu achei muito legal.

Q! – Em seu projeto Sambazz, além de mesclar diferentes vertentes do samba e jazz com pitadas de soul e funk, você descreve o passo a passo de criação do disco em um livro homônimo, como surgiu a ideia de apresentar esse material conjunto e não apenas as músicas em si?
J – Esse projeto, o Sambazz, foi algo assim; muita gente que acompanha minha carreira sabe que eu não me considero um intérprete, eu acabo sendo intérprete das minhas próprias canções, mas eu sou muito mais um compositor e produtor do que um intérprete assim na minha cabeça, no que eu me defino como artista, como músico. E pelo fato de eu ter também uma experiência já – a primeira coisa que eu produzi deve ser de 1994, 1995 então já tem um tempo, uns 17 anos que eu produzo e já tive a chance de produzir muita gente legal inclusive da música; o Tom Zé, o meu pai, minha irmã, o Simoninha e os meus próprios discos – então acho legal você compartilhar dessa experiência, claro que eu ainda tenho muita coisa para aprender, mas acho legal você compartilhar o que você já aprendeu, então quando comecei a gravar esse disco, o Sambazz, eu entrei em contato com o pessoal da Leya e tive a ideia de fazer um livro que explicasse mais ou menos o meu processo de criação, de produção e também no sentido de passar um pouco da minha experiência para as pessoas, porque muita gente, apesar de gostar de música, ouvir muita música no seu dia a dia, não faz a menor ideia de como um disco é feito, então minha ideia foi meio de desmistificar esse processo de um disco que eu sempre achei muito misterioso. Por exemplo, no caso dos filmes hoje em dia você tem esse recurso de alugar um DVD ou assistir um filme na sua casa e logo depois assistir um making of pra ver como aquele filme foi feito, eu acho muito interessante, as pessoas se interessam por isso, e na música é um negócio mais complicado de você ter acesso, as pessoas não têm muita informação sobre como um disco que elas gostam foi feito, então eu decidi fazer esse livro justamente pra tirar um pouco desse ar de mistério e também para quem quiser aproveitar as informações, poder usar nos discos que as próprias pessoas vão produzir. De repente tem alguma informação útil lá no meu livro, então eu fiz com essa intenção.

Q!- É interessante porque democratiza um pouco esse trabalho, eu como jornalista percebo que os músicos vivenciam toda essa parte da criação de uma maneira bem diferente e nós não temos muita noção desse mundo por trás de como é produzir uma música, um cd…

J – É, isso é muito legal, porque depois do lançamento vira e mexe eu recebo mensagens, ou no meu twitter ou no facebook, de músicos que leram o livro e isso deu uma clareada um pouco no processo deles, isso para mim é muito importante. Eu terminei o ano passado muito focado nisso, porque nos shows desse projeto não tenho realizado algo convencional, acabei fazendo um show que mistura uma palestra, tipo um workshop, também falando da minha experiência como produtor, como compositor e depois a gente faz um pocket show, e tenho visto que muita gente se interessa, até não músicos. Quando a gente vai fazer isso na faculdade muitas pessoas de outras áreas como de arquitetura, até de ciências sociais, administração vão lá para ouvir, para ver o que eu tenho a dizer sobre música, então acho que muitos se interessam, música é um assunto muito universal né, independente da profissão todo mundo tem seus artistas preferidos e todo mundo tem curiosidade em cima desse mundo da música, é um assunto que não acaba nunca.

Q! – Como compositor e produtor você já trabalhou para grandes nomes da música brasileira, como Ed Motta, Ney Matogrosso, Tom Zé, MPB-4, Pedro Mariano, Patrícia Coelho, Vanessa Jackson, Sônia Rosa, Uri Caine, entre outros. Com quem você gostaria de trabalhar hoje em dia?
J – Tem muita gente né, muita gente. Já tive a chance de trabalhar com alguns dos meus ídolos, Tom Zé, por exemplo, tive a chance de produzir, o Djavan nunca produzi, mas dividi o palco com ele, então já é uma glória; o João Bosco também, mas tem muita gente, muitos que já morreram e não vou ter a chance de trabalhar nunca, mas que eu sempre considero como ídolos e que talvez seria legal ter tido a oportunidade de fazer alguma coisa junto, como o Tom Jobim, o Simonal, a Elis Regina, mas de certa forma eu compenso isso trabalhando com os filhos, com o Simoninha que é meu sócio, com o Pedro Mariano, que é meu irmãozão, então a gente de alguma forma supre essa vontade, mas não sei, tem muita gente que eu gostaria de trabalhar, produzir ou até mesmo acompanhar o trabalho mais de perto, um Stevie Wonder… Daqui do Brasil eu gostaria muito de produzir alguma coisa para o Caetano, pro Djavan, pro Gil, mas também não fico pensando muito nisso não, porque se a gente fica pensando no que poderia acontecer a gente não faz acontecer né. Eu acho essa pergunta pertinente, acho muito legal, mas mais no sentido das ideias, porque na verdade não fico pensando muito nisso, agradeço as oportunidades que aparecem para mim e corro atrás também das coisas, mas mesmo não trabalhando com esses ídolos eu acabo considerando a pessoa com quem eu estou trabalhando o meu ídolo, então independente se é um artista novo ou já consagrado a pessoa que eu tô produzindo ou para quem eu tô compondo acaba se tornando meu ídolo e a pessoa com quem eu mais gostaria de trabalhar.

Q!- Formado em Produção Musical e Music Business pela conceituada faculdade Berklee College of Music de Boston, assim que voltou ao Brasil em 1998, você se juntou com o Wilson Simoninha e mais dois sócios e montou a produtora S de Samba, que hoje é um importante nome no mercado publicitário. Como você vê esse sucesso também como produtor e quais as expectativas para a produtora nesse ano?
J – A S de Samba já existe desde 1998, então são quase 14 anos de existência e a gente tem feito muitas coisas legais. Nesses anos a gente teve a chance de fazer muita coisa bacana, não só na música pro disco, mas também música para publicidade. Sou eu, o Simoninha e mais dois outros sócios, o Dimi Kireeff e o Joãoponês, e acho que desde o começo até agora a gente teve uma evolução muito grande, a gente se estabeleceu como uma das principais produtoras de áudio nesse mercado publicitário de músicas para publicidade aqui em São Paulo, que não é um mercado fácil, mas a gente conseguiu entrar e transformar a produtora em um negócio bem sucedido e, além disso, dá uma tranquilidade maior para a gente fazer nossos discos, nossos projetos. Desde 2005, além da produtora de publicidade, a gente também abriu o selo da S de Samba e temos feito nossas próprias coisas, o que é muito bacana porque a gente fica livre e mais sossegado para fazer um monte de outras coisas. Os projetos que a gente tem agora a partir desse ano é o projeto do ‘Grandes Pequeninos’ que a gente tá dando sequência ao volume 1 que lancei em 2009 em homenagem a minha filha Isabela.

Q! – Aliás, esse projeto (Grandes Pequeninos) criado em parceria com a sua esposa (Tânia Khalill) chegou a ser indicado ao Grammy Latino como melhor projeto infantil, você imaginava essa repercussão?

J – É, não, então, isso foi também uma grande surpresa, porque na verdade eu fiz essas músicas para minha filha logo que ela nasceu em 2007 e não tinha nem intenção de virar disco, mas por conta das circunstâncias acabou virando disco, livro e até peça infantil comigo e com a minha mulher e a gente acabou sendo indicado ao Grammy Latino. E agora a gente tá indo para o volume dois desse projeto, agora eu tenho a minha segunda filha, a Laura, que nasceu em março do ano passado, e já tá aqui também me inspirando a beça, então esse é um dos projetos meus e da S de Samba agora para esse ano, de poder fazer mais um disco, de repente fazer um DVD animado, fazer outra peça, quem sabe até um programa de teve, eu e a Tânia e o Humberto. E para a S de Samba tem o disco do Simoninha esse ano que ele começa a gravar o disco de inéditas e o meu DVD que a gente está terminando; é um DVD em comemoração aos meus 30 anos de carreira, gravado no ano passado em um show que eu fiz em julho no Auditório Ibirapuera, e vai ser um documentário-DVD falando desses meus 30 anos de carreira desde o comecinho passando pelo Balão Mágico, pela fase dos artistas reunidos e falando das minhas fases de produtor, músico, compositor e acho que vai ser um produto bem legal, um documentário DVD com trechos do show e outras entrevistas, depoimentos e com pessoas com quem eu trabalhei.

Q! – Esse DVD conta com a participação de diversos artistas que o acompanharam como Jair Rodrigues, Luciana Mello, Pedro Mariano, Wilson Simoninha, Max de Castro, Daniel Carlomagno e Simony. Não posso deixar de perguntar como foi reencontrá-la depois de 30 anos do Balão Mágico?
J – Ali as pessoas que participaram do show são todas importantíssimas para a minha carreira porque todas têm um significado muito especial, meu pai não preciso nem falar o porquê, minha irmã porque acabou crescendo comigo e desenvolvendo essa paixão pela música, o Pedro Mariano, Simoninha, Max de Castro e o Daniel Carlomagno tiveram uma importância muito grande porque foi num momento com eles ali que comecei a descobrir o meu caminho como compositor, como produtor e a Simony – claro que eu não pude chamar todo mundo que tivesse uma importância na minha carreira – então a Simony acabou representando esse momento do Balão Mágico. Reencontrá-la foi muito legal, é que tem uma mística em cima dessa coisa da dupla, de a gente ter trabalhado junto, mas é algo emocionante, é claro que é muito emocionante poder estar com ela de novo depois de tantos anos sem trabalhar juntos, mas no contexto dessa festa acho que o fato de eu tê-la encontrado não foi mais ou menos emocionante do que os outros que estão lá. Eu tenho um carinho enorme por todos que participaram, inclusive pelos que não participaram pelo Mike, pelo Tob, pelo Ricardinho, que foram meus parceiros também do Balão Mágico e não tive a chance de chamá-los e também por tantas outras pessoas que eu gostaria de ter chamado e por algum motivo não puderam participar, o Tom Zé que teve uma importância muito grande na minha carreira também, então as pessoas que me ajudaram eu sempre vou ter uma gratidão enorme, inclusive pela Simony.

Q! – Você comentou que não se vê tanto como intérprete e mais como compositor. Em que papel você se sente mais confortável agora, como músico, compositor, produtor, pai?
J – Acho que em vários papéis, me sinto bastante confortável na música inclusive. Eu falei isso do intérprete, porque eu realmente não me vejo gravando um disco, por exemplo, cantando músicas de outras pessoas, acho que isso é um núcleo do intérprete, a carreira do meu pai, por exemplo, a carreira da minha imã é muito focada nisso, de montar um repertório através de músicas de outras pessoas, de fazer discos com essas músicas, de representá-las de um jeito digno e eu não me vejo fazendo isso, então não posso falar para você que eu sou um intérprete, se você pegar minha carreira todos os meus discos são feitos com músicas minhas, o máximo que eu me distancio disso é quando eu faço parceria com alguém, mas mesmo assim a música continua sendo parte minha, então acho que eu me sinto muito mais confortável como compositor e como produtor, como músico enfim, como violonista, do que como intérprete obviamente, mas muitas coisas na música me dão muita satisfação. E o papel de pai nem se compara, é uma outra coisa, uma coisa meio mágica, é um negócio que o cidadão precisa ter um filho para saber o que é, não dá nem para explicar. O amor e o carinho que você tem pelos seus filhos é algo inexplicável, então esse papel a partir de 2007 acabou se transformando talvez no principal da minha vida, junto com a música, mas esse também está ali lado a lado.

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2 comentários

  1. Parabéns mais uma vêz pela linda matéria com o artita JAIRZINHO!!!
    Como sempre,vocês dando total apoio aos artistas.
    PARABÉNS QREVISTA E SEUS GRANDES JORNALISTAS.
    Para você Maiara e sua equipe ,só temos que agradecer o carinho e respeito que têm por tôdos nós.
    Atenciosamente
    Collette Pirró
    Assessora de divulgação Brasil

  2. Muito Boa a matéria com um dos melhores compositores brasileiros da nova safra !!!… gostei demais da entrevista !!…Parabéns a Maiara pela belíssima matéria e bom gosto nas perguntas
    !!!

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