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Por que vacinar cães e gatos contra a raiva?

Este período do ano é dedicado, historicamente, ao combate de uma das doenças que mais preocupam os proprietários de animais de estimação: a raiva. Doença infecciosa, a raiva atinge o sistema nervoso central dos animais – cães, gatos, furões, bovinos, ovinos e caprinos – e, além de ser transmissível entre mamíferos, é classificada como zoonose, ou seja, pode ser transmitida para seres humanos. Sua progressão causa fatalidade em todas as espécies, tanto nos animais quanto nas pessoas.

A vacinação dos cães e gatos a partir dos quatro meses de idade, com revacinação anual, é a medida mais indicada para o controle efetivo da disseminação da enfermidade. A imunização é a principal medida responsável pela redução significativa da ocorrência dos casos de raiva em pets e humanos.

Devido às campanhas oficiais de vacinação anual, a ocorrência de raiva canina e felina no Brasil tem permanecido sob controle.  Segundo dados levantados pelo Ministério da Saúde e divulgados no Plano Nacional de Saúde – PNS 2012-2015, a raiva humana transmitida por cães apresentou uma média de cinco casos por ano na última década.
Entretanto, não se pode diminuir a atenção das autoridades públicas e dos proprietários de pets. Afinal, todo o cuidado é pouco para manter os casos de raiva em níveis extremamente baixos. A história mostra que em períodos de redução dos números de vacinação a doença sai do controle e volta a causar mortes de pessoas e animais.

Como reconhecer animais infectados pelo vírus da raiva?

Os primeiros sinais envolvem  agressividade,  busca por esconderijos distantes das pessoas, prurido no local de entrada do vírus,  anorexia, , convulsões e automutilação.

O agravamento do estado de saúde dos animais inclui paralisia completa e óbito por parada respiratória em função de paralisia diafragmática. No entanto, é possível que ocorra a chamada forma muda da doença, ou seja, quando o animal não apresenta sinais de agressividade, porém torna-se mais quieto do que o normal. Portanto, é  importante que qualquer alteração no comportamento do animal seja comunicada imediatamente ao médico veterinário.

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