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Seus olhos na era digital

Saiba mais sobre os impactos da tecnologia na visão

Nas últimas décadas, especialmente depois das mudanças no estilo de vida e na maneira de trabalhar, a fadiga ou cansaço visual tornou-se um problema comum. Assim, o aparecimento de desconforto ocular é um sintoma comum em consultas médicas. O termo médico para definir a fadiga ocular é astenopia.

Astenopia é a resposta do olho contra um esforço muscular excessivo durante um longo período de tempo.

• O cansaço ocular é caracterizado pelas seguintes manifestações :

• Olhos ardentes e coceira, vermelhidão, olhos lacrimejantes e maior sensibilidade.

• Problemas visuais, ou seja, dificuldade de focar, ver manchas no campo visual, visão borrada, fotofobia (sensibilidade à luz), etc.

• Outros sintomas que podem ocorrer relacionados a este problema são dor de cabeça, tontura, contratura, entre outros.

Na maioria dos casos, esses sintomas estão relacionados a hábitos inadequados e excesso de “trabalho ocular”. Fatores relacionados ao aparecimento da fadiga incluem concentração visual em um objeto por um longo tempo (tela do computador, por exemplo), a má iluminação e a troca de luz natural à luz artificial, flashes, oscilações e circulação de imagens em uma tela.

O desconforto descrito geralmente aparece no final do dia de trabalho, especialmente se houve atividades como ler, estudar muito tempo, assistir televisão, dirigir, trabalhar no computador.

Existem também outros problemas oftalmológicos que podem ser confundidos com a fadiga ocular, por isso sempre devemos consultar com um oftalmologista para descartar outras possíveis doenças.

Uma vez descartadas outras doenças oculares que necessitam de tratamento especifico ou a necessidade de correção da visão com óculos ou lentes de contato, o cuidado com os olhos e a prevenção são as principais medidas para evitar que esse problema ocorra ou para reduzir sua intensidade.

Alguns estudos analisam a possibilidade de que tamanho esforço para enxergar de perto e o fato de passarmos mais tempo em ambientes fechados esteja fazendo com que mais pessoas se tornem míopes, embora essa seja, a princípio, uma condição genética. A previsão da Academia Americana de Oftalmologia (AAO) é que, em 2020, 27,7% da população brasileira será míope. Em 2050, esse número pode chegar a 50,7% dos brasileiros.

A superexposição à luz azul-violeta emitida pelas telas pode ser perigosa pois, esse tipo de luz é captada diretamente pela parte posterior dos olhos, atingindo uma região sensível chamada mácula, cujas células, após danificadas, não se recuperam.  A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é hoje a principal causa de cegueira no mundo e pode ser causada por exposição excessiva e prolongada à luz azul-violeta.

No entanto, já existem ferramentas que permitem utilizar a tecnologia sem corres riscos ou sentir sintomas desagradáveis. Um exemplo são as LENTES ZEISS DIGITAIS COM TRATAMENTO BLUE PROTECT que proporcionam conforto visual para usuários de dispositivos eletrônicos, pois são otimizadas para a distância de leitura de smartphones e computadores e contam com filtros para a luz azul.

Além disso, é muito importante se proteger também ao ar livre, utilizando óculos escuros com lentes polarizadas, que impedem que a radiação ultravioleta cause danos à visão. E, claro, o acompanhamento periódico com o oftalmologista é indispensável para identificar precocemente uma série de doenças e prescrever o tratamento correto, o que garantirá uma visão saudável por muito mais tempo.

Para saber mais:

Óptica Belém
Rua Francisco Glicério,176
Centro – Itatiba-SP
facebook/otica.belem

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