Encontre empresas, produtos e entretenimento


Categoria: Livros
MISTÉRIOS DA AUTOFICÇÃO SÃO A APOSTA DO LIVRO “O CRIME QUE O DIABO NÃO COMETEU”
08/04/2021   Livros
 Postado por:   Renato Antonio

Sete contos, oito amores. Envolvente e sedutora, obra literária promete prender leitores dentro de romances reais, na ficção. Ou ao contrário.

Você cometeria um pecado sem desejar o perdão? Pois é, essa é uma questão difícil de se responder quando não se sabe qual é esse pecado, e o porquê de não se querer o perdão – se é que este existe ou será dado. A resposta, possivelmente, chegará ao público no próximo dia 11 de dezembro com o livro “O crime que o diabo não cometeu”, do escritor, jornalista e professor itatibense Giovane Almeida.

O trabalho é fruto de cinco anos de dedicação e escrita do rapaz de 27 anos, que coleciona narrativas publicadas, prêmios em jornalismo e literatura, trófeus de concursos literários JI/AEPTI e amores inspiradores para preencher longas páginas. Mas não espere por contos apaixonantes e leves. Já publicado anteriormente com uma obra autobiográfica, o “Tô pra lá do Canadá” (GRAPPE, 2016), que vendeu mais de 400 cópias físicas distribuídas em todo o país, o itatibense mergulhou em uma nova proposta, dentro de um novo gênero, que vai tirar o ar e provocar tensão em seus leitores.

Os sete contos possuem narradores e perspectivas diferentes – todos falam de um amor. O leitor parece assistir um novo universo de sentimentos em cada um deles, em que os romances são sufocados por um suspense envolvente e sedutor. A obra nasce como um convite à honestidade em relação aos desejos das vozes narradas, jovens e adultas, que são sinceras e confessionais, mas sem nenhuma culpa daquilo que fazem.

“É o trabalho mais íntimo e maduro de tudo o que já escrevi”, afirma o escritor. “Esses contos revelam pessoas e amores, criação e experiências, desejos e dores. Eu finalmente exorcizei para o papel os sentimentos e segredos que carrego no peito”. Questionado sobre o novo livro carregar traços autoficcionais, ou seja, suas vivências pessoais e íntimas somadas à ficção da literatura, Giovane não se intimida. “As pessoas devem ler e sentir o texto da maneira como desejarem. É interessante permitir ao leitor essa liberdade e deixá-lo livre para explorar ou questionar aquilo que quiser. Esse é o mistério – e o instigante. Gosto muito da proximidade com eles [leitores], então, vou adorar ouvi-los”, revela o autor que conversa com o público por meio de seu Instagram (@almeidago).

AUTOPUBLICAÇÃO

Pela primeira vez, Giovane apostará na autopublicação em plataformas digitais, alternativa explorada por novos escritores diante dos desafios e burocracias do meio editorial. O escritor assume que teve convite de editoras, mas recusou por conta da pandemia. “A produção da obra física exigirá trabalho de muitas pessoas no processo de impressão e distribuição. Não é o certo agora. É claro que todo escritor quer seu livro, seja para distribuir, autografar, presentear ou lançar numa noite de autógrafos, mas não é o momento e é nosso dever cumprir as normas de isolamento e segurança e não colocar outras pessoas em risco”, declara o autor, que investiu no processo de autopublicação da obra digital dentro de casa, com suporte de amigos e editores em encontros virtuais.

LANÇAMENTO

“O crime que o diabo não cometeu” estará disponível ao público pelo site da Amazon Brasil a partir da 00:01 de sexta-feira (11). O valor da obra em formato digital é R$7,00 e será integralmente revertido para uma instituição de caridade. “São tempos de ajudar ao próximo. Esse livro me fez enxergar tudo de uma outra maneira, e quero retribuir ao mundo. Estou em contato com algumas instituições”. No site pessoal do autor (www.giovanealmeida.com) também será possível adquirir o livro.

 

GIOVANE ALMEIDA é escritor, jornalista e professor de Literatura Brasileira. Natural de Itatiba, interior de São Paulo, estudou Mídia Social pela Universidade de Toronto (U of T) e se especializou em Língua e Literaturas pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP). Cursando sua segunda graduação pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) em Letras Português-Inglês, criou, em 2012, o blog Estudiola, vencedor três vezes consecutivas do prêmio Top Blog Brasil, premiação nacional destinada a blogueiros de todo o país, que lhe rendeu uma parceria de conteúdo editorial com a MTV Brasil. Trabalhou como repórter, revisor, assessor de imprensa e editor, deixando um pouco os cargos do Jornalismo para se dedicar à Literatura e pesquisa acadêmica em discurso religioso e homoafetivo. Publicou seu primeiro livro em 2016, o “Tô pra lá do Canadá” (GRAPPE), uma obra autobiográfica que vendeu mais de 400 cópias físicas em todo o Brasil. 

Atualmente, divulga parte de seu trabalho em seu site pessoal com monólogos, contos e crônicas (www.giovanealmeida.com). “O crime que o diabo não cometeu” é sua estreia na autopublicação. 

PARA SABER MAIS:

“O CRIME QUE O DIABO NÃO COMETEU”

Páginas: 635 (Kindle)/ 56 (PDF)

Formatos disponíveis: e-book Kindle ou PDF.

Valor: R$ 7,00

Lançamento: 11 de dezembro, autopublicado na Amazon (www.amazon.com.br) e também disponível para compra no site pessoal do autor (www.giovanealmeida.com) 

Viajar sem sair de casa
31/10/2020   Turismo Livros Cultura
 Postado por:   Alessandra Nardin

Viajar é necessário porquê conhecemos culturas diferentes, Viajar é necessário porquê nos tornamos mais tolerantes, Viajar é necessário porquê reduzimos a distância entre o diferente e aquilo que achamos normal. Viajar è necessário porquê nos tornamos pessoas melhores. Viajar estimula a curiosidade por outras línguas e culturas e enriquece a formação cultural, ajuda a crescer.


Uma boa viagem começa sempre de casa! Desde a escolha do destino, passando pelo planejamento das etapas até os museus, para descobrir culturas antigas e novas receitas. Preparando-se e planejando estaremos mais prontos para partir quando será possível.

E hoje, a facilidade de locomover-se é evidente. Podemos viajar através tours virtuais, entrando em museus, castelos, e até ir em lugares distantes sem sair de casa.


Os livros foram os primeiros meios a darem essa grande possibilidade, viajar sem sair de casa. O livro pode ser um companheiro de viagem ou, talvez, a própria viagem. Pode fazer você ver lugares nunca vistos ou inexistentes e ao mesmo tempo fazer você acreditar que tudo é alcançável, tudo é possível. 

Deixo a minha lista de livros, que possa ser de inspirações para futuras viagens ou mesmo um bom companheiro de viagem sentado comodamente em um sofá.

Ler um livro è como viver mil vidas em uma ou, como disse Umberto Eco, "estar presente quando Caim matou Abel”


Uma Educação de Tara Westover 

A sua sede de conhecimento haveria de a levar das montanhas do Idaho até outros continentes, a cruzar os mares e os céus, acabando em Cambridge e Harvard. Só então se perguntou se tinha ido demasiado longe. Se ainda podia voltar a casa.


Sou Um Crime de Trevor Noah
Nascer e crescer no apartheid

“Sou Um Crime” conta a vida deste rapaz, que se sentia desconfortável nas zonas dos brancos e nos subúrbios dos negros, que aos sete anos teve de saltar de um carro em andamento para não morrer, que tinha de fingir não conhecer o pai, que cresceu num regime opressor e viveu os tumultuosos primeiros anos de liberdade do seu país, e que passou ao lado de um destino de pobreza e discriminação apenas por ter uma mãe rebelde, teimosa e exigente - uma mãe que é, no fundo, a grande homenageada deste livro simultaneamente comovente e divertido.


Viagem a Portugal de José Saramago 

É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite... É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e para traçar caminhos novos».


Sede de Viver de J.R. Moehringer

A figura nuclear deste romance autobiográfico é um bar em Long Island, onde o jovem J. R. encontrou um sucedâneo da figura do pai ausente. Durante a sua infância e adolescência, o autor testemunha a interação diária de todo o tipo de homens - soldados, jogadores, polícias, advogados, vagabundos - que falam de tudo, desde basquetebol, história ou livros, até sexo e relacionamentos. E embora as conversas se inflamem com o álcool, é lá que Moehringer aprende sobre a vida e encontra modelos para formar a sua própria masculinidade, assim como um extraordinário sentido de amor e comunidade. É lá que voltará depois, já adulto, para se retemperar das duras batalhas da vida.


A Pérola que Partiu a Concha de Nadia Hashimi - Tradução: Maria das Mercês Peixoto 

Cabul, 2007. com um pai toxicodependente e sem um único irmão, Rahima e as irmãs só podem frequentar a escola esporadicamente e mal lhes é permitido sair de casa.

A Rahima, resta a esperança proporcionada pela bacha posh, uma prática antiga através da qual as raparigas podem ser tratadas como rapazes, e adotar o seu comportamento, até terem idade para casar. Como filho, ela pode ir à escola, ao mercado e sair à rua para acompanhar as irmãs mais velhas. Rahima não é a primeira da família a seguir esta prática pouco comum.


Viajar. Eu Preciso! de Mayke Moraes
Quem nunca sonhou em viver a vida sem destino? Viajar, desfrutando da liberdade de poder estar onde e com quem quisesse a cada instante, procurando extrair o máximo de cada dia? Para Mayke Moraes, este sonho era uma promessa de vida que precisava ser cumprida. Inquieto, encontrou a paz na turbulência de cada canto do mundo que visitava, com suas cores, cheiros e expressões únicas.



Lugares Distantes. Como Viajar Pode Mudar o Mundo de Andrew Solomon 

Andrew Solomon — um dos pensadores mais originais de nossa época — reúne neste livro escritos sobre lugares que passaram por abalos sísmicos culturais, políticos ou espirituais. Passando por lugares tão diversos quanto África do Sul, Brasil, China, Romênia, Ilhas Salomão, Equador, Taiwan, Mongólia, Antártica e Líbia — foram sete continentes e 83 países —, esta coletânea traz uma janela única sobre a própria ideia de transformação social, vista sobretudo pelos olhos das pessoas comuns.


 Sob o sol da Toscana de Francis Mayes

Para quem viu o filme, o livro é bem melhor (como sempre, né). Ele conta a história de um casal que foram morar numa vila na Toscana e descobrir os prazeres dessa região da Itália – serve de inspiração para um sabático e a descobrir o dolce far niente e também ajuda a elaborar um roteiro pelas vilinhas dali. Uma delícia ler os relatos sobre as paisagens locais.


A arte de viajar. de Alain de Botton
Em A Arte de Viajar, Alain de Botton fala dos prazeres e desilusões de viajar. Tratando, entre outras coisas, de aeroportos, tapetes exóticos, romances de férias e minibares de hotel, este livro cheio de humor,
surpreendente e provocador, revela as motivações escondidas, expectativas e complicações das nossas viagens por esse mundo fora.


Um ano na Provence (Provence é a região da França, famosa pelas plantações de lavanda) .de Peter Mayl

Para O autor e sua esposa foram para um dos destinos mais inspiradores do mundo em busca de um sonho. No premiado livro, o ex-publicitário inglês narra as descobertas e surpresas da rotina numa casa rural no sul da França, passando pela gastronomia, a cultura e a adaptação aos hábitos interioranos.


O Mundo, Modo de Usar de Nicolas Bouvier 

Sem saber o que o esperava, e com o único objetivo de responder a um desejo incontrolável de ter mais mundo, o jovem Nicolas Bouvier, com apenas 24 anos, decidiu pegar no seu Fiat 500 «Topolino», pôr o amigo-artista Thierry Vernet no lugar do pendura e partir de Genebra rumo a Cabul com muito pouco dinheiro no bolso. 


Vale un viaggio. Altre 101 meraviglie d'Italia da scoprire. Ediz. illustrata (Italiano) de Beba Marsano 

Aqui está um livro que reúne, classificados por região, 101 dessas maravilhas. 101 experiências excepcionais, verdadeiras descobertas, para o leitor-visitante italiano e estrangeiro. Quatro páginas são reservadas para cada tema ao final do qual o autor aponta um hotel de charme e um restaurante qualificado para completar uma jornada de total satisfação.


Viagem na Itália. de Johann Wolfgang von Goethe.

“Conheces a terra dos limões em flor, / onde brilham laranjas douradas entre as folhas escuras, / talvez a conheces?”. Em 1786, Goethe, de 37 anos, finalmente realizou seu grande sonho: viajar por toda a Itália, um destino amado e uma terra rica em beleza. Os dois anos de sua estada na Itália serão os mais felizes de sua vida para Goethe. Bem como um momento criativo muito produtivo, contado pela primeira vez (mas apenas em parte) em 1816, quase trinta anos após a grande turnê no belo país. A edição de hoje é a coleção completa de cartas, notas, imagens e memórias de um artista imortal, capaz de nos mostrar uma Itália que surpreende a cada esquina.

 


Nem Aqui, Nem Ali. de Bill Bryson

A Europa, de Estocolmo a Istambul

"Fiquei fascinado como os europeus podiam ser tão parecidos enquanto permaneciam tão eternamente e surpreendentemente diferentes." Apreciado por seu forte senso de humor, Bill Bryson escreve sobre sua viagem à Europa, de norte a sul, relatando os sentimentos e emoções vividos quando jovem. 

 


E as Montanhas Ecoaram. de Khaled Hosseini - Tradução: Alberto Gomes e Manuel Alberto Vieira 

1952. Em Shadbagh, uma pequena aldeia no Afeganistão, Saboor é um pai que um dia se vê obrigado a tomar uma das decisões mais difíceis da sua vida: vender a filha mais nova, Pari, a um casal abastado em Cabul e assim poder continuar a sustentar a restante família.


 

“Alessandra, vive na Região do Piemonte, na Itália há mais de 20 anos.
Adquiriu experiência viajando o mundo à trabalho e continua a viajar descobrindo a autenticidade dos pequenos vilarejos, o verdadeiro tesouro da Itália.
Hoje ela realiza roteiros personalizados pelas suas
Verdes Colinas do Piemonte, onde vive.
Sempre pronta à partir, nos guiará pela Itália com paixão através os seus olhos e a sua experiência adquirida nesses anos vivendo na Itália.

 

1

Publicidade
Siga-nos no Instagram

Empresas Recentes