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Categoria: Gastronomia
Toledo Bakery: O empreendedorismo jovem em família
31/03/2021   Negócios Gastronomia
 Postado por:   Renato Antonio

Empreender vai muito além de criar o próprio negócio. É preciso ter objetivo, coragem, muita dedicação e, sem dúvidas, amor pelo trabalho. Para as irmãs Júlia e Laura da Silva Toledo, de 19 e 16 anos, a paixão pela gastronomia sempre esteve presente, especialmente a arte da confeitaria. Confira nossa bate-papo com as irmãs especialistas em donuts sobre a Toledo Bakery!

Q Revista: De onde surgiu a ideia de criar um negócio próprio?

R.: Sempre fomos apaixonadas pela gastronomia. Na Páscoa desse ano tivemos a ideia de vender ovos de chocolate recheados. Começamos fazendo para a família e divulgando a venda em nossos perfis pessoais no Instagram e como acabou fazendo muito sucesso e recebemos muitos elogios, decidimos então começar a vender os doces. 

Q Revista: Vocês tinham outras opções de negócio quando pensaram em empreender?

R.: Não, a confeitaria sempre nos atraiu! No máximo algo salgado, mas sempre na área da culinária. 

Q Revista: Vocês buscaram referências ou ajuda de alguém para começar o negócio?

R.: No começo foi bem difícil lidar com tudo. Os cálculos de preços, as compras, embalagens, os gastos e lucros… Como nunca tínhamos vendido nada, não tínhamos noção de muita coisa. Tivemos a ajuda dos nossos pais e familiares e inspiração na nossa querida professora Natália Esteves. 

Q Revista: Qual era o objetivo inicial?

R.: Tudo começou durante a pandemia, tínhamos como objetivo nos distrair, sair da rotina, já que não estávamos tendo aula e claro, mostrar um pouquinho do nosso trabalho para as pessoas. 

Q Revista: O que foi mais difícil?

R.: Como começamos com a intenção de vender somente para os mais próximos, nem imaginávamos a proporção que nosso negócio ia se tornar. Tivemos que administrar o nosso tempo com anotar pedidos, produção, embalar as encomendas, entregas... No começo foi bem complicado, mas com o tempo pegamos o jeito. 

Q Revista: O que você diria para quem quer começar um negócio próprio?

R.: Primeiro de tudo, não desistir! Devemos persistir sempre! Imprevistos e obstáculos sempre estarão no caminho. E toda essa trajetória vale muito a pena! 

Q Revista: Conte um pouco da experiência de vocês!

R.: Nosso encanto pela gastronomia começou desde pequenas. Tanto que fizemos um curso de culinária aos 8 e 11 anos. É muito gratificante ver como estamos evoluindo e aprendendo com o nosso negócio (Toledo Bakery). A proporção que tudo isso se tornou nos enche de orgulho e queremos levar esse hobbie, que virou trabalho, para sempre. E quem sabe um dia abrirmos fisicamente a tão sonhada Toledo Bakery!

Para quem quer conhecer a Toledo Bakery, confira o Instagram do negócio ou entre em contato pelo WhatsApp para fazer uma encomenda! 

PARA SABER MAIS:

 @toledobakery

 (11) 94106-0410

 

Viva la Bruschetta!
17/02/2021   Turismo Gastronomia
 Postado por:   Alessandra Nardin

Você vai precisar de simples ingredientes, mas o segredo está na qualidade dos ingredientes para preparar essa delicia italiana: Pão (se possível sem sal), alho, azeite, tomate, sal, orégano e manjericão.
Não é possível vir a Itália e não encontrar esse típico prato pelos bares e restaurantes. Hoje encontra-se em toda a Itália. E a pronuncia da palavra " bruschetta" é brusqueta.

As primeiras Regiões a comer a "bruschetta" foram na Região Campânia e Toscana, mas pode ser considerada, em geral, um prato italiano.
O sucesso da bruschetta é na sua simplicidade! Para prepará-la o melhor é usar o pão (de ontem) tostado alguns minutos na grelha e temperar com alho e azeite (de qualidade excelente).

O nome bruschetta deriva do dialeto romano bruscare, que significa tostar. O verbo, com a evolução linguística, seria transformado em “queimar” e se tornaria comum em todas as regiões italianas.

Na Toscana, porém, era chamada de fettunta (fatia untada) e hoje, para prepará-la, usa-se pão sem sal, temperado principalmente com azeite e sal e, às vezes, até com tomate. O alho é o protagonista indiscutível, muitas vezes até espalhado na bruscheta antes de adicionar qualquer outro tempero. Em segundo lugar está o azeite, do qual a Itália é grande produtora, e que torna a fatia do pão mais macia.
A bruschetta tradicional é com tomates, mas é possível prepará-la com tantos outros temperos como o patê de azeitonas, com o lardo e mel, com creme de alcachofra ou simplesmente azeite e alho.... Uma delicia.

Hoje a bruschetta é usada principalmente como um aperitivo simples, mas requintado, para encher o estômago antes da chegada dos pratos, mas também para não jogar fora o pão do dia anterior. 
Na cozinha italiana "non si butta nulla".

Siga passo a passo:
-Cortar o pão em fatia
-Tostar o pão (no forno ou na torradeira)
-Quando pão estiver tostado e quente passar o alho no pão todo (atenção na quantidade de alho)
-Colocar o azeite 
-sal a gosto
-e apoiar os tomatinhos tipo cerejas já cortados sobre o pão.
-Orégano e Manjericão
E Buon appettito.

Baci e Abbracci
Alessandra 

Conheça o ateliê de doces Santo Cacau
15/01/2021   Gastronomia
 Postado por:   Renato Antonio

Se você está em busca de doces finos, personalizados e bolos para casamentos, aniversários e outras festividades, este conteúdo é para você. Andrea Villela, formada em turismo e apaixonada pela confeitaria, criou o Ateliê Santo Cacau em 2013 e há mais de sete anos transforma o desejo e o sonho de cada cliente em doces e bolos personalizados para materializar momentos de alegria. 

Sua inspiração veio de casa, com sua mãe, que sempre fez os doces da família. “Tive como inspiração minha mãe que sempre foi a boleira da família. Ela também fazia ovos de páscoa. Ajudei ela a fazer alguns ovos, peguei o gostinho e logo após uma Páscoa comecei a buscar cursos mais específicos de chocolate e doces. Mas a parte criativa e de detalhes sempre me encantaram.”, afirma Andrea.

A partir da oportunidade de trabalhar em casa, próximo aos seus filhos, Andrea encontrou o hobbie da confeitaria, que logo se transformou em profissão. “As coisas foram acontecendo numa tentativa de me ocupar e ainda estar perto dos meus filhos. No começo era mais um hobby, mas logo as encomendas foram aumentando e aí percebi que seria minha profissão.”, diz.

Segundo Andrea, os fornecedores são escolhidos minuciosamente, para que os doces sejam produzidos com a melhor matéria prima, sempre oferecendo o melhor aos seus clientes. 

Dentre seu cardápio estão doces tradicionais, doces finos, tortinhas, bombons recheados, bala de côco, doces no palito, palha italiana, pão de mel, cupcake, pirulitos de chocolate, tortas, bolos de diversos sabores e outros. Todos são desenvolvidos especialmente para cada festa, de acordo com a preferência de cada cliente.

Entre em contato e solicite o cardápio! 

Para saber mais:

 www.santocacau.com.br

 (11) 4524-5662

 @santocacau

A Itália na mesa faz bem e alonga a vida.
21/11/2020   Turismo História Saúde, Beleza & Bem-Estar Gastronomia
 Postado por:   Alessandra Nardin

Foi descoberto pelo cientista americano Ancel Keys. Em 1962 ele com a esposa se transferiram no vilarejo chamado Pollica, na provincia di Salerno. Foram 20 anos de estudo e graças aos seus estudos ele conseguiu concretizar a teoria da importância da alimentação variada e do exercício físico, denominada Dieta Mediterrânea.

A Dieta Mediterrânea é um Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e este mês festeja-se os seus 10 anos.
E desse reconhecimento se pode entender a importância da comida para um italiano. Faz parte da história e da cultura italiana existente há mais de 3000 anos.

As razões, conforme afirma um documento do Comitê Intergovernamental da Convenção, residem nos conhecimentos, práticas tradicionais e habilidades que passaram de geração em geração e que, ao longo do tempo, proporcionaram às comunidades por toda as costas marítimas uma sensação de pertencimento e continuidade. Como dizer: o Mediterrâneo é muito mais do que uma lista de alimentos. É, no mínimo, um estilo de vida em que o ato de comer juntos é a base de uma identidade cultural feita de criatividade, diálogo, hospitalidade. Mas também de respeito ao território e à biodiversidade.

A Dieta Mediterrânea é a única a ter esse reconhecimento no mundo. Tão alto o reconhecimento é devido a alguns de seus princípios, representando a melhor defesa contra muitas doenças.

Conhecer a origem do alimento é fundamental e faz parte do vocabulário italiano. Esse comportamento se observa na feira, à mesa e também nas conversações cotidianas.

E' normal em uma mesa de restaurante perguntar a origem de algum prato e muitas vezes já é descrito no menu. Quando vai à feira (e eu conselho a todos de ir à feira se fizer uma viagem a Itália) as indicações de origem estão descritas junto ao produto; exemplo: Pesca di Volpedo (Pêssego de Volpedo (vilarejo no Piemonte) - tipo de pêssego de grande tamanho, perfumado e de sabor inconfundível, Asparagi del Roero (Aspargo do Roero - Roero é um território do Piemonte e o seu terreno é muito argiloso, ótimo para a plantação do aspargo ), salame de Varzi (Varzi é um vilarejo na provincia de Pavia - e’ um dos melhores salames italianos), cipolle di Breme (cebolas de Breme, vilarejo no Piemonte - é uma variedade mais doce e da cor roxa), e assim vai.

Comer aqui não é somente para saciar-se, mas é conhecer a história de um produto, como se cozinha e quais são os benefícios para a própria saúde.

Se você estiver interessado em saber mais sobre o que alimentação pode fazer por você, eu indico o livro A Dieta da Longevidade de Valter Longo - para uma vida saudável até os 110 anos.


“Alessandra, vive na Região do Piemonte, na Itália há mais de 20 anos.
Adquiriu experiência viajando o mundo à trabalho e continua a viajar descobrindo a autenticidade dos pequenos vilarejos, o verdadeiro tesouro da Itália.
Hoje ela realiza roteiros personalizados pelas suas
Verdes Colinas do Piemonte, onde vive.
Sempre pronta à partir, nos guiará pela Itália com paixão através os seus olhos e a sua experiência adquirida nesses anos vivendo na Itália.

O que é o Tartufo?
15/10/2020   Turismo Gastronomia
 Postado por:   Alessandra Nardin

O "tartufo" (trufa) é um cogumelo subterrâneo em forma de raiz e, portanto, se acha somente em baixo da terra, geralmente localizado à 20-30 cm de profundidade. Deve, portanto, ser repertório através do cheiro intenso da maturidade. Não se acha Tartufo em qualquer terra. O tartufo vive em simbiose com certas qualidades de arvores como: o nocciolo (avelas), o pipo, quercia (carvalho), o tiglio. E' uma combinação de terra, clima e vegetação que faz com que esse cogumelo cresça embaixo da terra.

Existem dois tipos de trufas: Trufa Branca e Trufa Preta

A preciosa trufa branca (Tuber magnatum) amadurece quando a temperatura cai abaixo de 10 ° C , já a trufa preta (Tuber melanosporum) entre 20 e 10 ° C. A trufa preta é mais fácil de ser encontrada e por esse motivo o seu preço é mais baixo. A Trufa branca é mais saborosa, perfumada e de difícil disponibilidade e assim o seu preço é mais alto em comparação com a preta.

O tartufo cresce na Itália, na Região do Piemonte, na Região Le Marche, na Região Úmbria, na Região Molise, na Toscana e também em algumas áreas da Calábria. E' de grande importância conhecer a origem do tartufo. Existe também o comercio dos "falsos" tartufo.

No século XVIII, O Tartufo era considerado uma delicadeza em todas as cortes Europeias. Era uma diversão assistir a “caça” ao Tartufo. Hoje os lugares só secretos. Pedaços de terra com a presença de tartufo são mantidos secretamente e são denominados Tartufaia. Difícil achar alguém que queira compartilhar está maravilhosa e rica descoberta. Muitas são propriedades privadas.

Como se acha o Tartufo?

Junto ao melhor amigo do homem, o Cachorro! Estes animais valem mineiras de ouro. E’ fantástico… e maravilhoso pensar em todo o processo que existe atrás deste maravilhoso e raro cogumelo subterrâneo. 

E' graças ao olfato, que o cachorro (somente certos tipos de raças e com treinamento desde pequeno) acha as trufas. Farejando pelos bosques e guiado pelo seu dono, a descoberta acontece através o uso do seu olfato. Muitos caçadores preferem sair à noite para procurar as trufas, onde o cachorro é mais estimulado pelo olfato. E’ um trabalho de time, entre homem e o cachorro. Apenas o cachorro começa a escavar a terra o dono deve segura-lo para terminar o escavo com as mãos e instrumentos adequados para não arruinar o tartufo. O tartufo é delicado.

Como se come o Tartufo?

Antes de mais nada o tartufo deve ser limpado. Somente com uma escovinha elimina-se a terra. Não se lava!
O tartufo é ralado com um instrumento especial formando lascas finíssimas, que serão servidas sobre o prato principal. A massa fresca temperada na manteiga, o ovo frito ou a carne crua são as combinações melhores para experimentar essa iguaria fantástica.

Quanto custa o Tartufo?

Depende da produção, da forma, do tamanho e do perfume. No outono/inverno se o clima não for tanto chuvoso e húmido não será produtivo, então a sua produção será menor e o seu preço cresce. Quanto maior é, mais caro será, mas se for uma forma não "redonda" e cheia de pontas o seu preço cai.
O tartufo branco é o mais refinado, mais raro e mais saboroso e o melhor se encontra no Piemonte, onde moro :-) E a festa do tartufo está apenas iniciando! 

A presto e Baci!
Alessandra



“Alessandra, vive na Região do Piemonte, na Itália há mais de 20 anos.
Adquiriu experiência viajando o mundo à trabalho e continua a viajar descobrindo a autenticidade dos pequenos vilarejos, o verdadeiro tesouro da Itália.
Hoje ela realiza roteiros personalizados pelas suas
Verdes Colinas do Piemonte, onde vive.
Sempre pronta à partir, nos guiará pela Itália com paixão através os seus olhos e a sua experiência adquirida nesses anos vivendo na Itália.

 

A importância da alimentação saudável nas empresas
14/04/2020   Gastronomia
 Postado por:   QRevista

Quando falamos em alimentação saudável, as primeiras coisas que vêm em mente são saladas e frutas. Contudo, esse tema

envolve muitos outros fatores. Para ser saudável deve-se levar em consideração não apenas a ingestão de nutrientes, mas também como os alimentos estão sendo preparados e combinados, como estão sendo apresentados, se respeitam a cultura do público e, também, se o ambiente favorece o bem-estar.

Atualmente, estamos vivendo mudanças nos padrões de alimentação da população em seus lares. As principais envolvem a substituição de alimentos in natura (arroz, feijão, legumes e verduras) por produtos industrializados prontos para consumo. Causando, dentre outros problemas, o aumento de doenças como obesidade, diabetes e hipertensão.

Levando em consideração esses fatores, cada dia mais a Megusta Refeições oferece refeições que visam não somente “matar a fome” dos trabalhadores, mas, também fornecer os nutrientes necessários para a manutenção da saúde de seus clientes. Isso porque a alimentação adequada e saudável é um direito humano básico que envolve a garantia ao acesso permanente e regular, de forma socialmente justa, a uma prática alimentar adequada e de acordo com as necessidades alimentares especiais, harmônica em quantidade e qualidade, atendendo aos princípios da variedade, equilíbrio, moderação e prazer.

Os benefícios da alimentação saudável não são restritos aos colaboradores, as empresas contratantes também se beneficiam em vários sentidos. Com mais qualidade de vida e alimentação, o profissional estará mais disposto e feliz para o trabalho. Colaboradores mais saudáveis garantem um melhor desempenho dentro de qualquer empresa e faltam menos, principalmente devido a acidentes de trabalho.

Cada vez mais as empresas se conscientizam que, para ter competitividade, a melhoria da qualidade de vida e das condições de trabalho dos seus colaboradores torna-se um investimento necessário e a alimentação tem um papel fundamental nesse processo.

A Megusta é comprometida em oferecer às empresas refeições de qualidade, saborosas e equilibradas levando em consideração também momentos de satisfação e alegria com eventos, pois consideramos que uma alimentação saudável não é só questão de nutrir o corpo, mas também a mente e o coração. 

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